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Kosmic

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  1. A matéria cita as canetas feitas no mercado ilegal sem critério dos produtos usados, deixando resíduos como chumbo, pesticidas, óleo de vitamina E, entre outros contaminantes que podem ser fatais. A matéria não cita que todas as vapes tenham esse potencial de serem fatais, apenas as feitas sem critério. Eu posso afirmar que nenhuma vape "faz bem" pois elas também vão armazenar resíduos nos pulmões com potencial de inflamação, obstrução dos alvéolos, etc, não é um vaporzinho mágico que PUFF desaparece sem deixar rastros. A única forma de afirmar a composição da sua caneta para saber o que ela contém é mandando para uma análise laboratorial, o que fica totamente inviável financeiramente muitas vezes. Partindo de tudo que a matéria elucidou, creio que seja fácil para qualquer um aqui no Brasil comprar estes cartuchos vazios e fazer qualquer mistureba aqui, empacotar e vender como original ou "gringo", ou até mesmo comprar de fora estes gringos falsificados e revender aqui, pois custam muito mais barato e dão mais lucro. Eu na dúvida, prefiro fumar o bom e velho baseado, a flor, que vi crescer e que sei exatamente o que tem nela.
  2. Kosmic

    Moxy (5-MeO-MiPT)

    Primeiramente, ter certeza da pureza do composto que está adquirindo, pois os RCs (research chemicals) a vasta maioria são chineses, produzidos sem critério algum e bem famosos por serem mal manipulados e contaminados com outros compostos perigosos ou até mesmo substítuidos por análogos dos análogos sem o conhecimento do usuário que está comprando, além das diversas falsificações que também rolam com RCs. Segundamente, com a certeza do composto em mãos, vai precisar ter uma balança milesimal de precisão bem aferida e devidamente bem operada, pois estas triptaminas da família 5-Meo-xxx são extremamente potentes e muito ativas na casa das 5-10 miligramas o que é impossível de medir no olhômetro ou na sorte. Ou uma boa experiência com diluição e dosagem volumétrica de soluções líquidas, para não correr risco de overdose, que é muito fácil de ocorrer com este tipo de substância mal manipulada. E, por fim, com tudo isso bem acertado, tomar uma dose de segurança a primeira vez somente a metade da dose "normal" para testar como seu corpo vai reagir a uma substância nova que você nunca experimentou "in vivo". Boa sorte e boa viagem.
  3. Kosmic

    O QUANTO USAR PARA FAZER TESTES COM REAGENTES?

    Não há como saber em qual parte da bala terá maior ou menor concentração de ativo (mdma se for verdadeira) pois a mistura que vai para a prensa nunca é 100% homogênea. Na dúvida, use 3 partes diferentes da bala e faça 3 testes separados usando apenas UMA GOTA de reagente em cada amostra. Mais fácil sempre trabalhar com contraprovas nestes testes e usar mais de um reagente, não ficar só no marquis, pois um reagente isolado testando pode não detectar certas substâncias presentes na mistura.
  4. Dados deveras preocupantes! Acredito que o Brasil e outros países seguem nesta mesma direção de mais e mais mortes causadas pelo ecstasy e mdma, devido a diversos fatores somados e/ou isolados; falsificações, superdosagens, overdoses por abuso/ uso emocionado, proibicionismo, falta de políticas públicas de redução de danos, entre outros.
  5. Kosmic

    Fim da politica de drogas/redução de danos

    Triste notícia mas já era esperada a perseguição por parte de um governo composto por um asno, que nem pra lixo serve, rodeado de militares fascistas, crentes lunáticos, ruralistas safados e um bando de seguidores totalmente ignorantes dos conceitos básicos de viver em sociedade. Como se diz aqui pelas ruas a quem votou nele: "faz sinal de arminha agora, faz"...
  6. Kosmic

    8 MITOS SOBRE TESTES DE DROGAS

    Coisa mais linda isso. Parabéns pelo trampo!
  7. Que entrevista foda! Estive no Psy-fi em 2010 e no boom em 2018 e é surreal o trabalho de redução de danos que eu vi lá fora. Tanto com a dancesafe, o theloop, a kosmic care do boom e dezenas de outros coletivos que lá atuam nos festivais. Nos países mais libertários (odeio o termo liberal ?) como na Holanda e Portugal, há uma participação direta do governo nas ações destes coletivos o que facilita muitoooo o trabalho deles, favorece os investimentos e a expansão dessas ações cada vez maiores e mais completas. A testagem, a quantidade de material informativo impresso, os kits de redução de danos que são dados de brinde, são todos uma soma incrível, mas são só a pontinha do iceberg; há equipes de psicólogos, terapeutas holísticos, paramédicos trabalhando todos juntos para cuidar do bem estar das pessoas que estão passando por situações difíceis no festival. Espaços muito bem organizados de repouso e observação são montados. Os seguranças e a polícia são devidamente treinados para lidar com qualquer pessoa que esteja passando mal e imediatamente encaminham amigavelmente e prestativamente à ambulâncias ou para a área de redução de danos. Aqui no Brasil a realidade dos coletivos de redução de danos no contexto de festas é bem diferente. A visão de grande maioria de produtores de eventos só querem lucrar o máximo possível no menor tempo e oferecendo o mínimo do mínimo, muitas das vezes nem isso. Uma impessoalidade e falta de respeito terrível com o público, não condizente com o que o movimento trance prega e se baseia desde a sua origem. Não há nada de errado fazerem um evento para lucrar, afinal os custos são astronômicos, a crítica não é essa, o errado é lucrar sem levar em consideração o básico: estão lidando com seres humanos os quais tem necessidades pessoais, realidades e experiências de vida diferentes, mas que estão todos ali para se divertirem, se sentirem bem, voltarem para suas casas mais felizes, com novas perspectivas de si e da realidade que os cerca. A maioria dos produtores prefere sempre gastar o mínimo possível com o festival, gastar no sempre mesmo line batido ou comercial ou que enche a casa, privando os investimentos em todo o resto, péssima alimentação, limpeza e infraestrutura de banheiros subhumana, água potável paga e caríssima... Se nem o básico de necessidade humana eles estão preocupados imaginem se investir no trabalho de um coletivo de redução de danos eles estariam preocupados, não é mesmo? Outra coisa que ferra o Brasil é uma tríade muito podre que somava o proibicionismo histórico e o fanatismo religioso e, agora para completar, ganhou força com o conservadorismo institucional. O trabalho dos redutores de danos é extremamente difícil pois trafega numa zona mista que vez ou outra pode passar por sérios apuros com agentes da lei mal intencionados, algo muitoooo comum de encontrar no Brasil, principalmente contra a cena eletrônica. Resumidamente, no Brasil, ninguém ajuda, ninguém investe grana e ainda se puderem descem a lenha nos coletivos de redução. É um trabalho de heróis aqui. Não estou exagerando, os fatos estão aí na mesa para quem quiser tirar suas próprias conclusões do que é a realidade por trás do trampo destas pessoas no Brasil. Por isso galera, na boa, levantem a bunda do sofá, enfiem a mão no bolso, doem recursos, doem GRANA, doem seu tempo, doem seu trabalho, para as iniciativas de redução de danos como o PREPARTY ou qualquer outra que você puder ajudar. Não fiquemos só olhando, admirando e usufruindo deste trabalho dificílimo, todo mundo tem que chegar junto com tudo que temos a oferecer ou corremos o sério risco destes coletivos irem morrendo um a um. A revolução palpável se dá nas nossas atitudes e não nas nossas palavras ou nosso amor platônico.
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