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  1. Engolir o comprimido? Dissolver na água? Cheirar? Encapsular? Paraquedas? Pluging? Usuários de drogas profissionais e recreacionais utilizam diferentes rotas de administração (ROAs) quando ingerem seus medicamentos, o que lhes permite afetar certas variáveis da experiência resultante de uma droga: coisas como a biodisponibilidade (quanto de uma droga será absorvida), início, duração e dose necessária. Diferentes ROAs vêm com diferentes vantagens e desvantagens; 2c-b, por exemplo, tem um tempo de início bastante imprevisível se tomado oralmente, enquanto por via nasal é muito rápido ao custo de ser lendariamente doloroso, assim como o 4-FA. A rota de uso é muito importante quando se pensa nos efeitos das drogas (prazer e risco) e é provavelmente negligenciada em comparação com a dose e a pureza da droga. No geral, de acordo com a Pesquisa Global de Drogas (Global Drug Survey) 90% dos usuários tomam seu MDMA por via oral, seja por capsulas, parachutes (falaremos mais a frente) ou dissolvendo na água. A rota oral segue uma sequência para que você sinta os efeitos: 1. Você toma o ecstasy. 2. ESTÔMAGO: O comprimidos se desintegra no estômago (de já estiver dissolvido, esse passo pode ser mais rápido. A maioria das moléculas se movem do estômago para o intestino delgado. 3. O ecstasy é absorvido na corrente sanguínea principalmente através do intestino delgado. Em seguida, viaja pelo corpo e entra no cérebro. 4. FÍGADO: No fígado, uma porção de MDMA é metabolizada em compostos inativos e o restante é levado de volta para a corrente sanguínea. 5. PULMÕES: O MDMA é então levado para os pulmões através do sistema circulatório, onde se torna oxigenado. 6. CÉREBRO: O MDMA passa pela barreira hematoencefálica. Uma vez no cérebro, afeta o neocórtex e o sistema límbico e afeta a cognição, o humor e a memória. 7. RINS: Demora cerca de 40 horas para mais de 95% do MDMA seja eliminado do seu corpo. A forma física do MDMA que você usa pode afetar drasticamente a biodisponibilidade (taxa de absorção) da droga. Por exemplo, é provável que engolir um comprimido liberte o fármaco muito mais lentamente do que um um pó ou cristal. Dissolver esse pó em uma bebida poderá aumentar ainda mais a velocidade de absorção. Isso se torna importante quando se pensa em re-dosagem ao longo de uma sessão. Mas cuidado, os usuários as vezes ficam impacientes esperando por um efeito, e quando ele demora isso pode levar ao consumo acidental de uma dose excessiva, aguarde pelo menos 1:30 a 2 horas antes de tentar novamente. Preferencialmente, espere uma nova oportunidade, pois se aquela dose inicial não fez efeito, muito provavelmente a segunda não será bem aproveitada. Algumas outras rotas podem pular algumas etapas, mas isso não quer dizer que elas são mais seguras pois elas também tem seus pontos negativos. Vamos a elas! Cheirar pode ser mais eficaz para algumas drogas e menos para outras. Você precisa de uma droga potente o suficiente para não ter que aspirar uma quantidade enorme para obter um efeito. A substância precisa ser capaz de ser moída a um pó suficientemente fino e ser solúvel em água para ser absorvida pelo muco que reveste o nariz e depois para os vasos sanguíneos nasais. O muco tende a reter uma grande parte do pó, interrompendo a absorção imediata, efetivamente diminuindo a absorção pelo nariz. É claro, você também acaba engolindo um pouco e sente aquele gosto ruim após cheirar. A rota nasal geralmente resulta em um início de ação mais rápido do que o uso oral porque a membrana nasal é muito porosa e parte da droga entra diretamente na corrente sanguínea ao ser absorvida diretamente nos vasos sanguíneos que revestem o nariz. Embora cheirar drogas permita que algumas das drogas evitem ser quebradas pelo fígado em sua primeira passagem pelo corpo, o revestimento do nariz também contém enzimas, que também fazem esse papel. Tudo isso faz com que essa rota seja atraente pois você pode ter um início dos efeitos mais rápidos do que oralmente e, em alguns casos, a experiência pode ser mais intensa. Por outro lado, a duração do efeito do MDMA quando cheirado tende a ser mais curto do que quando se toma oralmente, o que significa que as pessoas costumam redosar com mais frequência, aumentando os riscos e danos. Alguns problemas de cheirar o MDMA: •É horrível, tem um gosto desagradável e pode danificar o revestimento do nariz, deixando-o com hemorragias nasais e um cheiro perpétuo. Além disso, existem análogos como o 4-FA que contém químicas que podem ser ainda mais desagradáveis. •Um aumento mais rápido dos níveis sanguíneos pode colocar as pessoas em maior risco de sofrer de palpitações, ansiedade e sudorese. •Por sentir o efeito mais rápido e intenso, é de ação mais curta, as pessoas tendem tomar mais doses. Isso pode, além de aumentar os danos, aumentar sua tolerância e fazendo você precisar de doses cada vez maiores. Potencialmente, cheirar o MDMA pode aumentar o risco de desenvolver dependência do que o uso oral. •Pessoas que usam regularmente essa via devem cuidar do seu nariz enxaguando com água morna e salgada. •A hepatite C pode se espalhar através do compartilhamento de notas ou outras parafernálias quando as pessoas ficam com sangramento. O paraquedas: É sempre muito interessante quando surgem estudos científicos que estudam costumes dos usuários de drogas. Esse mês, uma equipe de pesquisadores franceses (Daveluy et al., 2018) publicou um artigo no qual eles descrevem preliminarmente resultados de um estudo realizado para saber mais a farmacocinética de uma das maneiras mais recomendadas de consumir MDMA: o paraquedas (parachute, bombinha). Para aqueles que não sabem o que é: preparar a substância a ser consumida por via oral como uma cápsula, mas em vez de usar uma cápsula em si, uma seda é usada. É uma maneira de consumir que tem várias vantagens: é fácil de preparar, permite um controle de dose e não requer muita parafernália. No entanto, o fato de que eles idealmente precisam se preparar em casa, pode ser uma dificuldade para algumas pessoas. No caso específico do estudo referido, os autores procuraram resolver uma questão sobre a qual a pesquisa oferecia resultados inconsistentes: a farmacocinética. É a área das ciências da saúde que estuda o caminho percorrido e o impacto causado pelos fármacos no corpo humano. O principal objeto de estudo da farmacocinética é o processo de metabolismo dos medicamentos. Assim, enquanto alguns autores diziam que os “paraquedas” produziam uma liberação prolongada da substância, para outros, a liberação era imediata. Para isso, realizaram um experimento no qual, por meio de um teste de dissolução in vitro, compararam a liberação de aspirina em pó preparados em diferentes tipos de paraquedas e cápsulas. A liberação preparada com papel higiênico também foi investigada, além da influência do álcool na liberação. -In vitro ("em vidro") é uma expressão latina que designa todos os processos biológicos que têm lugar fora dos sistemas vivos, no ambiente controlado e fechado de um laboratório e que são feitos normalmente em recipientes de vidro.- Os resultados são muito interessantes: os “paraquedas” produzem uma liberação prolongada da substância de até cinco horas quando são feitas com seda, mas produzem uma liberação imediata se tomadas em conjunto com álcool ou se preparadas com papel higiênico. Assim, do ponto de vista da redução de danos, a recomendação de uso de seda para preparar justifica-se, pois a liberação imediata produzida pelos outros métodos pode aumentar o risco os danos já existentes. Além disso, reforça a recomendação de evitar ou moderar o uso junto com álcool. “E-by-bum”, “pluging”, “Booty bump” ou usando MDMA por via retal: Uma via de administração que tem uma certa popularidade na cena moderna das drogas, mas permanece com algum estigma e muita desinformação, é a da administração retal. Geralmente é a inserção de uma solução de droga na cavidade retal, onde a membrana mucosa permitirá que os vasos sanguíneos absorvam a droga diretamente, também conhecido como enema. O primeiro uso registrado do enema foi feito pelos antigos egípcios em 1500 aC, e essas, entre muitas outras sociedades antigas, usaram enemas de água pura para purificar o corpo de toxinas e resíduos. Mais tarde, os gregos os usaram para tratar a febre e vermes intestinais, e a prática tem sido uma prática comum e regular na área médica em todo o mundo desde que - a Espanha em 1000AD chamou a prática de “tocar gaita de foles”. A história do uso de enemas para administrar drogas psicoativas fora de uma perspectiva médica começa similarmente cedo, com a arte dos antigos maias retratando o uso ritual de psicodélicos aplicados retalmente, junto com fontes similares de antigas civilizações africanas e americanas. No entanto, ele não compartilha com o enema médico a longa e variada história intermediária de uso entre a das sociedades antigas e as atuais, e assim escapou em grande parte da redescoberta por usuários de drogas recreativas até relativamente pouco tempo atrás. É semelhante às vias de administração intranasal, intravenosa e por inalação, na medida em que a droga contorna o metabolismo de primeira passagem, o que significa que a droga entrará na corrente sanguínea em maior concentração e com menos alteração do corpo. Por esta razão, juntamente com a falta de desconforto da administração nasal, a falta de estigma associado ao uso intravenoso e a falta de uma forma livre de substância para fumar (em muitos casos) significa que para alguns usuários a via retal de administração está se tornando preferida. Dosagens e biodisponibilidade para essa rota são frequentemente similares ou equivalentes a insuflação, no entanto, há muitas vezes diferenças, portanto, informações específicas sobre a administração retal de cada droga devem ser procuradas. Em caso de dúvida, comece com uma dose baixa e aumente lentamente. Para o MDMA não existe uma regra e nem um estudo que confirme o quanto mais ele será absorvido nessa rota de administração. Mas os relatos na sua maioria, dizem que é necessário metade da dose pra obter os mesmos efeitos se fosse usada oralmente. Apesar de ser um método relativamente eficaz de administração, existem certos problemas e considerações. Uma vez que as drogas contornam o metabolismo de primeira passagem, elas também evitam a filtragem inicial e as salvaguardas do organismo contra overdose, o que significa que uma overdose pode ser muito mais fácil de acontecer. Além disso, substâncias cáusticas, como o etilfenidato e DXM danificam o revestimento mucoso da cavidade retal. Boas práticas de higiene também são recomendadas, para evitar problemas com doenças. Guia do TripSit de como usar essa rota de administração da melhor maneira (em inglês): https://wiki.tripsit.me/wiki/Quick_Guide_to_Plugging Portanto, há realmente uma grande diferença entre as rotas de administração. Embora a dose de droga que você toma e a qualidade / pureza do MDMA que você está usando seja muito importante - essas diferentes vias também afetarão sua experiência. Reforçando que diferentes drogas podem ser ou não recomendadas para diferentes formas de administração, teste suas drogas com reagentes e faça uma pesquisa prévia antes de decidir mudar a forma de usar. _____________________ Fontes: La farmacocinética de una “bombita”: https://claudiovidal.wordpress.com/2017/12/13/la-farmacocinetica-de-una-bombita/ Parachuting psychoactive substances: Pharmacokinetic clues for harm reduction: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S030646031730429X Introduction to plugging: https://tripsit.me/introduction-to-plugging/ Tutorial parachuting: GDS: MDMA – how you take it might be more important that you think https://www.globaldrugsurvey.com/mdma-how-you-take-it-might-be-more-important-that-you-think/
  2. Clique para acessar a parte 2 Clique para acessar a parte 3 Aqui no grupo eu tento abordar de todos o mais variados assuntos possíveis. Desde a parte física a mental relacionado ao uso de drogas. Falamos sobre como usar, o que não misturar, como se preparar, set & setting, dosagens, testes de substâncias, intervalos e muito mais. Mas tem um assunto muito interessante que ainda não foi falado aqui: e depois da experiência? As 12 horas intensas de informações bombardeadas pelo LSD ou por outro psicodélico param por ali? Não devia. Então, essa é a primeira parte introdutória, um artigo traduzido do Psychedelic Times que aborda de uma maneira simples o assunto. Na sequência, trarei outros textos mais aprofundados e entrevistas com pessoas que hoje trabalham em centros de integração psicodélica pelo mundo. "A integração é, indiscutivelmente, o fator mais importante no que dá a experiência psicodélica um valor terapêutico e de crescimento pessoal duradouro, em vez de ser uma loucura que o varre por algumas horas antes de desaparecer na memória. Muitos psiconautas experientes e líderes do movimento psicodélico enfatizaram a importância do estabelecimento de intenção e integração no trabalho com psicodélicos, e agora existem até empresas que oferecem serviços de integração para ajudar pessoas que passam por terapia psicodélica a integrar a experiência de forma duradoura e positiva. caminho. Usar psicodélicos em qualquer contexto sem um plano para integrar a experiência depois é como plantar uma semente no solo e deixar de regá-la. Como as culturas ao redor do mundo já sabem há milênios, os psicodélicos são ferramentas incrivelmente poderosas com imenso potencial de cura, mas não são uma bala mágica que transformará sua vida sem nenhum esforço de sua parte. Vejamos alguns dos principais fatores de como melhor integrar uma experiência psicodélica, seja ela uma jornada profunda de felicidade extática ou uma noite escura e difícil da alma. CENÁRIO DE INTENÇÃO Embora o foco deste texto seja sobre integração após uma experiência psicodélica, não se pode falar de integração sem mencionar também a preparação e a intenção. Para usar a metáfora da planta novamente, a intenção estabelecida antes de uma jornada psicodélica é semelhante a preparar o solo e escolher um bom local para plantar sua semente. O termo set & setting é frequentemente usado para descrever a importância vital da mentalidade, das intenções e do ambiente em que ocorre uma experiência psicodélica. Sempre que alguém escolhe passar por uma experiência assim, ter uma intenção clara é incrivelmente útil para criar uma estrutura positiva para essa jornada. Se a intenção é lutar contra um vício crônico, curar-se de uma experiência traumática, descobrir o propósito da vida ou comungar com a natureza, é importante saber o que você está querendo. Quer a experiência termine ou não como você esperava, ter uma intenção antecipada ajuda-o a lembrar-se do seu objetivo e a recapitular à medida que surgem as ondas do inesperado. Depois que a experiência termina, ela ajuda você a desconstruir os insights e desafios de sua jornada dentro do contexto de seus objetivos declarados, e não como ocorrências aleatórias. REFLEXÃO CRIATIVA Depois que uma jornada psicodélica termina, muitas vezes há uma riqueza incrível de informações, emoções, ideias e novas perspectivas para integrar. A coisa menos útil que alguém poderia fazer diante de tudo isso é simplesmente sentir-se oprimida, encolher os ombros e tentar voltar à sua rotina normal. É importante lembrar que os psicodélicos abrem as portas, mas nós mesmos temos que passar por essas portas para ver as mudanças positivas se manifestarem. Uma das melhores maneiras de assegurar que os insights adquiridos durante uma experiência psicodélica duram é expressá-los criativamente através de poesia, arte, diário ou música. Algumas pessoas escolhem escrever páginas e páginas de anotações durante e depois de uma jornada psicodélica, de modo que os insights principais possam ser lembrados enquanto outros expressam seus sentimentos em uma pintura ou uma música gravada. O fator importante aqui não é tanto registrar os detalhes exatos de cada insight. Em vez disso, a ideia é dar tempo para refletir sobre os pensamentos e os sentimentos pelos quais passamos, bem como para expressar essas ideias e emoções em uma forma concreta que pode servir como uma ferramenta para continuar a lembrar e integrar essas lições durante muito tempo. AÇÃO ESPONTÂNEA O poder mais incrível que os psicodélicos têm é criar uma abertura para mudanças radicalmente novas e positivas na vida de alguém. Para alguém que sofre de dependência de heroína , isso pode significar não usar mais heroína, não se concentrar mais nela todos os dias e retirar-se de seu antigo círculo de usuários. E para alguém que usa psicodélicos para fins psicoespirituais, isso pode significar uma mudança nas carreiras, um compromisso com hábitos saudáveis diários, como meditação e exercícios, ou o fim de um relacionamento doentio. O que todos esses exemplos têm em comum é que eles exigem ação direta do indivíduo. USANDO PSICODÉLICOS ALÉM DA EXPERIÊNCIA SINGULAR Psicodélicos podem fazer muitas coisas incríveis , mas não podem mudar sua dieta, seus hábitos, seu ambiente ou com quem você se associa. Essas mudanças devem vir do indivíduo. Nos dias e semanas seguintes a uma experiência psicodélica, o ímpeto para fazer esses tipos positivos de mudanças na vida será forte, mas com o tempo, se o usuário resistir devido ao medo de “balançar o barco”, esse ímpeto pode desaparecer . É por isso que é tão importante ter fé no que você aprendeu durante sua jornada, e depois de refletir sobre isso, colocá-lo em ação e torná-lo real. É claro que decisões importantes sobre a vida não devem ser cometidas durante uma experiência psicodélica em si, mas da mesma forma que seguramente, se alguém é apresentado com os belos frutos de uma experiência transformadora e nunca escolhe alcançá-los e comê-los, eles apodrecerão e a magia será perdida. Nosso poder de mudar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor está na alquimia da visão manifestada pela ação, e todos os insights do mundo não mudarão nada até que nós mesmos os criemos. Fonte: https://psychedelictimes.com/psychedelic-therapy/intention-setting-and-integration-how-to-make-the-most-of-a-psychedelic-experience/
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    Pastilhas de Garganta da Allenbury ""Eficiente. Palatável"" Contendo mentol, COCAÍNA, goma vermelha, eucalipto, guaiacum, rhatany, potássio, bórax, formaldeído e óleo de canela. Data não identificada, mas como tem cocaína provavelmente tem mais de 100 anos. Única referência encontrada pelo Herb Museu: ""O clássico Grether's Blackcurrant Pastilles na lata de ouro é a marca original e a primeira das marcas de Grether a ser lançada, e como tal é a marca principal. As pastilhas foram inventadas há cerca de 300 anos na Grã-Bretanha (ainda muito conhecidas sob o nome original"" Allenbury's "") e as pastilhas ainda são fabricadas principalmente à mão, usando apenas os melhores ingredientes."" http://beautyhabit.com/grether.html Comentário de um visitante: ""Eu tenho o essas pastilhas de garganta com Mentol, Ecualyptus e cocaína. Minha avó tinha em sua caixa de costura, que eu herdei há cerca de 25 anos - queria saber quantos tem isso."" http://www.herbmuseum.ca/content/allenburys-throat-pastilles
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    Em breve sairá um documentário que entrevistará vários artistas e colecionadores. Um deles é Mark Mccloud, o colecionador de blotters de LSD. Nas fotos, uma prévia de uma máquina perfuradora dos papéis. https://www.facebook.com/groups/lsdblotterart/permalink/10156007298762013/
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    Um dos objetos do arquivo de Tim Leary: ""contém meu LSD, cocaine, ecstasy e maconha"" Fonte: https://www.nypl.org/blog/2013/05/30/transmissions-timothy-leary-papers-artifactual-intelligence
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    O círculo de Tim Leary: O ""Leary Circle"" é um mapa vetorial de traços de personalidade, desenvolvido durante sua pesquisa no Hospital da Fundação Kaiser durante a década de 1950, definindo dezesseis variáveis interpessoais. Usada para ""categorizar o comportamento em todos os níveis "", a força do traço irradia do ponto central com quatro quadrantes interceptados por um eixo de Submissão-Dominância com o eixo Amor-Ódio. Ele exibe visualmente cada característica relacionada a todas as outras características e foi usado como uma ferramenta de diagnóstico. Depois de usar drogas psicodélicas, Leary continuou a brincar com grades e gráficos circulares. Há desenhos semelhantes encontrados em todos os seus trabalhos. Fonte: https://www.nypl.org/blog/2013/07/19/transmissions-timothy-leary-papers-greatest-hits
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    A PRAGA DA DANÇA DE 1518 ""Imagine que você é uma jovem moça cuidando da sua vidinha em Estrasburgo. O ano é 1518. Você acabou de buscar os ovos no terreiro e o dia está começando a raiar. Choveu um pouco nas últimas semanas, mas você está feliz, porque agora o clima está mais quente. Depois de preparar omeletes com toucinho, você resolveu comer um mingau de centeio e o gosto estava meio esquisito. Você comeu tudo mesmo assim. Afinal, os hábitos de higiene da Estrasburgo renascentista não eram lá grandes coisas. - Já é quase meio dia e o calor não para de aumentar. Você está sentindo uma vontade louca de dançar. Será que é o verão, ou você foi possuída por demônios? - O sino da igreja tocou cinco vezes, que ritmo alucinante. Você não aguenta mais e vai para a praça. Você estava mesmo desconfiando que aquele maldito mingau de centeio não tinha caído muito bem. A ciência moderna ainda estava engatinhando e, afinal, quem poderia imaginar que com o calor úmido do verão pequenos esporos de Claviceps cresceriam no centeio, levando à produção de metabólitos secundários alcaloides derivados da ergolina que - sob as condições químicas ideiais - afetam o sistema nervoso central de forma similar ao LSD? Nem você, nem ninguém. - Durante dias, você não consegue parar de dançar. Depois de uma semana, 34 pessoas estão dançando ao seu lado. Um mês mais tarde, 400 dançarinos ocupam as praças da cidade. Médicos, padres, políticos, ninguém sabe explicar o que aconteceu. Mas em suas anotações, em seus sermões, nas atas de suas reuniões o registro é claro: o povo não para de dançar. Assustados, os nobres se perguntam: Seria a conjuntura astrológica, ou o produto de eventos sobrenaturais? ""É claro que não. O ano é 1518 e não podemos sucumbir a fantasias e ao pensamento mágico. Estamos diante de uma doença natural"", respondiam os médicos. ""O verão chegou mais cedo e o sangue está excessivamente quente. Deixe o povo dançar"". Sob o conselho dos médicos, a prefeitura de Estrasburgo entrou em ação. Um enorme palco de madeira foi construído ao lado do mercado e os melhores músicos da região foram pagos para curar os cidadãos e arrefecer o sangue que corria em suas veias. - A música não para, mas o clima não é de festa. Em frenesi, com os pés cheios de bolhas e o olhar perdido entre pernas e tamancos, você desaba. Louca de LSD de centeio e dançando até o coração não aguentar mais, você acabou de morrer na mais longa e infame rave do milênio."" Por Breno Longhi, vi no perfil do Bruno Rubet
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    A HISTÓRIA DOS BLOTTERS ASSINADOS POR ALBERT HOFMANN Olhem que história curiosa e impressionante, vou resumir em fatos pra depois traduzir todo o artigo com mais detalhes pra postar. - Desde que os blotter arts começaram a aparecer nas ruas, pessoas começaram a coleciona-los. - Blotters com assinaturas de ícones da história dos psicodélicos poderiam valer milhares de dólares. - Conseguiram que Hofmaan assinasse cerca de 24 blotters (eram 25, Hofmann não devolveu 1) enviados por correio. Quando Hofmann os devolveu, escreveu em uma carta que estava curioso do porque a arte enviada para ele assinar era perfurada em pequenos quadrados. Quando obteve a resposta de que aquela era maneira que o LSD ilegal costumava ser vendido, o químico ficou totalmente incomodado e se sentiu enganado por não saber que se tratava disso e pediu para que os blotters que ele havia assinado nunca fossem vendidos, mesmo que a ideia inicial fosse para arrecadar dinheiro para o seu próprio fundo de pesquisa. - Hofmann alegou posteriormente que os blotters haviam sido testados e que continham LSD. Robert Demarest condena essa acusação e alegou não fazer sentidos vender blotters assinados. Os colecionadores não queria usar LSD, eles queriam a arte na parede de casa. O LSD com o tempo, poderia oxidar e danificar o papel, estragando a arte. Achei muito curioso que Hofmann não soubesse que o LSD ilegal era comercializado daquela maneira. O ano era 1994 e os blotters já circulavam desde 1967. Mas enfim, Hofmann era totalmente contra o uso ilegal e ficou pé da vida com a história. Segundo Robert, alguns desses 24 blotters sumiram no mapa. Após assinados por Hofmann foram enviados para Timothy Leary e 4 deles não voltaram e assim, aconteceu com outros que foram assinados por outras pessoas. Alguns foram doados a museus após a morte de Hofmann. Anos depois, Robert descobriu que Hofmann assinou 60 novos blotters para a arrecadação de fundos para o MAPS e EROWID. Porque ele resolveu assinar para que fossem vendidos dessa vez? Abaixo, a foto do blotter e das cartas trocadas por Hofmann e Robert Tem alguma questão mística envolvida na perfuração do papel?"" perguntou Hofmann." "Você não imagina o meu espanto ao ler sua explicação sobre o que eram as artes que você me pediu para assinar... ...você me colocou em uma situação muito difícil, eu sempre lutei contra a distribuição ilegal... ...eu peço que você corte urgentemente a parte em que eu assinei. Estou um pouco envergonhado de não ter entendido desde o começo sobre o que se tratava. Não distribua essas artes!" Aqui, o texto completo com muito mais detalhes da história:http://mycophile.com/book/TheBookpdfs.pdf
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    E falando em Woodstock, essa imagem clássica do dealer de boas vendendo seus ácidos a uma doleta a dose:
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    Em 1969, no Woodstock, época que o LSD estava na crista da onda (mas com poucas experiências e conhecimento empírico sobre a molécula), alguns anúncios foram feitos no palco. Eram para dizer que haviam ácidos ruins em circulação e para as pessoas ficarem longe deles. Acho que foi uma tentativa de redução de danos visto que algumas pessoas estavam passando por experiências difíceis. Mas vejam bem: 1) é verão, você é jovem e ingênuo, e não sabe nada sobre drogas além da propaganda de merda. 2) você está em um ambiente com muitos iniciantes, o LSD ainda era uma droga underground e não é bem conhecida além de alguma propaganda americana de merda. 3) alguém vem com você e lhe oferece o ""orange sunshine"". Você, não tendo idéia de nada, é aconselhado a tomar 2 hits para ""ver a luz"" 4) surpresa! O ácido que você tomou não é ruim, muito pelo contrário, é absolutamente o melhor de todos. É tão puro, tão limpo e perfeitamente sintetizado como nunca visto. Isso foi graças ao fato de que o LSD ainda estava em pesquisa e, o mais importante, LEGAL. 5) mas as pessoas ainda não tinham idéia do que uma droga poderosa era e o quão difícil seria absorver um trip de 400 microgramas 6) o que significa, você em sua primeira vez, em um lugar completamente estranho para você e com muitas pessoas que você não conhece, sem conforto e com mais de 400 mics na mente. 7) assim foram os primeiros mitos de LSD ruins por causa de algumas bad trips Bad brown acid: Flat Blue Acid: Rolou até alguns rmx de música eletrônica com os áudios:
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    Casey Hardison (o mesmo que aparece pelado nas fotos dos primeiros comentários) mostrando ao Hamilton uma prensa manual de ectsasy bem antiga. O coroa que aparece no começo e indo embora no final é ninguém mais ninguém menos que Darrel Lemaire, um membro discreto da cultura psicodélica que só resolveu falar sobre ele mesmo em 2015. Eles estão em seu laboratório. ""Com amplo tempo livre em suas mãos, Lemaire começou a examinar mais de perto as drogas psicoativas, começando com a Cannabis. Inspirado por suas experiências posteriores com mescalina e metilenodioxianfetamina (MDA), e desanimado pelo mercado negro irregular dos psicodélicos, Lemaire decidiu fabricar seu próprio remédio. Em 1969 ele começou a pesquisar e sintetizar compostos psicoativos que eram ou poderiam ser úteis como adjuntos para a psicoterapia. Em 1976, Lemaire casou-se com Betty Lamb, que muitas vezes o acompanhava em seus sojurnos psiconáuticos. Durante esse mesmo ano, Lemaire foi um dos três químicos (os outros dois sendo David Nichols e Sasha Shulgin ) que foram inspirados, independentemente, para sintetizar e bioassociar o que suspeitavam ser uma droga psicoativa com efeitos interessantes: 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA), um análogo da ""droga do amor"" methylenedioxyamphetamine (MDA), que tinha sido arquivada seis anos antes. Tendo previamente encontrado MDA de grande valor psicoterapêutico, ocorreu a Lemaire sintetizar o análogo de metanfetamina, MDMA, e ver se podia ou não ser um substituto útil para o composto de anfetamina programado. Depois de fazer algumas e usar, ele sentiu que o MDMA era ainda melhor em muitos aspectos do que o MDA. A pesquisa de Lemaire levou-o às publicações de Shulgin no campo, inspirando-o a sintetizar uma nova beta-metoxifenetilamina substituída no anel. Como um análogo estrutural do neurotransmissor noradrenalina, o composto de Lemaire representava uma classe inteiramente nova de droga psicodélica. Depois que Lemaire e Shulgin se tornaram amigos no início dos anos 80, Shulgin encorajou Lemaire a ajudar médicos que desejassem fabricar o MDMA para uso em suas práticas psicoterapêuticas. Prestando assistência nesse esforço, pelo menos 19,5 quilos de MDMA foram produzidos na ""adega de vinhos subterrânea de Lemaire reaproveitada como um laboratório de produção de ecstasy"" antes que a medicação fosse colocada em arquivo, e ele não pudesse mais fornecer esse serviço. Ele continuou a produzir compostos psicoativos não planejados até que o governo instituísse o Ato de Reforço Analógico de Substâncias Controladas de 1986, quando desligou seu laboratório. "" No Erowid, você vê mais sobre sua história: https://erowid.org/culture/characters/lemaire_darrell/lemaire_darrell.shtm 23669938_535628253438262_8592260832186859520_n.mp4
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    CARTAZ - PROCURADOS DA BROTHERHOOD OF ETERNAL LOVE A Irmandade do Amor Eterno era uma organização de usuários e distribuidores de drogas que operava em meados da década de 60 até o final dos anos 1970 em Orange County, Califórnia; eles foram apelidados de mafia hippie. Eles produziram e distribuíram drogas na esperança de iniciar uma ""revolução psicodélica"" nos Estados Unidos. A organização foi iniciada por John Griggs como uma comunidade, mas em 1969 se voltou para a fabricação de LSD e a importação de haxixe. Em 1970, a Irmandade do Amor Eterno contratou a organização radical de esquerda Weather Underground por uma taxa de US$ 25.000 para ajudar Timothy Leary a ir para a Argélia depois que ele escapou da prisão, enquanto cumpria uma sentença de cinco anos por porte de maconha. Suas atividades chegaram ao fim em 5 de agosto de 1972, quando uma rede antidrogas foi executada no grupo onde dezenas de membros do grupo na Califórnia, Oregon e Maui foram presos. Alguns que haviam escapado da invasão continuaram no underground ou fugiram para o exterior. Mais membros foram presos em 1994 e 1996, e o último deles em 2009; ele cumpriu dois meses de prisão depois de se declarar culpado de uma única acusação de contrabando de haxixe. Em 2010, Nicholas Schou publicou um livro chamado Orange Sunshine, sobre a irmandade. Em 2016, um documentário dirigido por William Kirkley também chamado Orange Sunshine (nomeado para o LSD que eles distribuíram) foi lançado. As ""Leis"" da irmandade: ""O universo é o nosso caminho O amor é a nossa lei A paz é nosso abrigo A experiência é nossa escola O obstáculo é a nossa lição A dificuldade é o nosso estimulante A dor é o nosso aviso O trabalho é nossa bênção O equilíbrio é a nossa atitude A perfeição é o nosso destino https://web.archive.org/web/20101123070520/http://hightimes.com/legal/ht_admin/6011 https://belhistory.weebly.com
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    O tratamento da epilepsia com o uso de cannabis não é novidade. Além dos estudos realizados nos últimos anos, já em 1881, há 130 anos, relatou-se que o tratamento com cannabis era mais eficaz do que outros tratamentos. O livro médico ""Epilepsia: causas, sintomas e tratamentos"", publicado em 1881 pelo Dr. @William Richard, de Londres, descreve como a cannabis foi o tratamento mais eficaz para lidar com a epilepsia. Em um capítulo da história, ele descreve John, um epiléptico de 40 anos, que chegou em 1868 com o Dr. Richard para receber um tratamento para a epilepsia que sofreu por 25 anos. ""Os tremores o atacavam o dia inteiro e as horas da noite dormiam, causando tonturas, perda de consciência e dor severa, o que levou o paciente a não se vestir... ...ele tomou três doses de potássio por dia e após quatro meses de tratamento, não houve diminuição no número de ataques"" São indicados 1,6 gramas de extrato de cannabis, que foi administrado três vezes ao dia ao paciente, reduzindo os sintomas completamente. ""É uma mudança maravilhosa"", declarou John, que por 6 meses não sofreu tremores em geral. Matéria completa: https://comocultivo.com/cannabis-contra-la-epilepsia-1881
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    Marinol®, THC sintético usado para o controle de náuseas e vômitos causados por agentes quimioterapêuticos utilizados no tratamento do câncer e estimular o apetite em pacientes com AIDS em 1986:
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    ARQUIVO: A HISTÓRIA DAS DROGAS

    SULFATO DE MESCALINA: a primeira droga psicodélica extraída, isolada e sintetizada: A mescalina foi o primeiro composto psicodélico a ser isolado e extraído (do Peyote), que ocorreu em 1896. Em 1919 tornou-se o primeiro psicodélico a ser sintetizado pela Merck (a mesma que sintetizou o MDMA). Nos próximos 35 anos, permaneceu um composto um tanto obscuro conhecido principalmente pela comunidade psiquiátrica. Em 1953, a popular novelista Aldous Huxley leu sobre mescalina. Logo depois, Huxley usou a mescalina e levou a atenção do público escrevendo The Doors of Perception (As portas da Percepção). Os laboratórios de drogas ilegais raramente produzem mescalina para o mercado negro por causa de sua ineficiência, alto custo e falta de mercado. Requer aproximadamente 0,5 grama de sulfato de mescalina para produzir uma viagem psicodélica. http://www.herbmuseum.ca/content/mercks-mescaline-sulfate-bottle
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