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DOR E PSICODÉLICOS: SOFRIMENTO NO ORIENTE E NO OCIDENTE

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Tradução livre do artigo do blog "Farmacêutico Espiritual". Com a palavra, Dr Ben Malcolm.

Este artigo, que foi dividido em duas partes, discute a dor e os psicodélicos. Começaremos com uma visão geral das abordagens da dor nas perspectivas ocidental e oriental, bem como uma discussão sobre onde a ketamina e serotoninérgicos (MDMA, psilocibina, LSD, mescalina e ayahuasca) se encaixam. Na Parte II, discutiremos as interações entre analgésicos e psicodélicos no contexto da "cura psicodélica".

PARTE I

Dor e Sofrimento

            A dor é um fenômeno complexo e está intimamente associada ao sofrimento.  Geralmente, acredita-se que a dor é experienciada a partir de uma fonte física, como quando pisam no nosso pé, embora também possa ser sentida nos campos mental ou social (dor psicológica). Relevante para esta discussão, a doença mental e a dor geralmente andam de mãos dadas, uma afetando a outra e vice-versa [1].

            A dor não é igual ao sofrimento, apesar do quão normalmente eles se associem. A dor é causada por um estímulo físico ou mental desconfortável (p.ex. exclusão social), enquanto o sofrimento é uma reação psicológica ao estímulo desconfortável. Portanto, embora a dor possa ser física ou mental, o sofrimento é sempre um fenômeno psicológico. Avaliações comuns da experiência subjetiva da dor, como escalas que usam pictogramas numéricos, como mostrado abaixo, parecem conflitar dor e sofrimento, pois as imagens se relacionam com estados emocionais subjetivos do sofrimento, em vez da intensidade objetiva dos estímulos físicos. 

            De fato, 'escalas de dor' subjetivas têm sido objeto de intensa controvérsia, pois sua incorporação como um 'sinal vital' a ser medido de forma objetiva, como a freqüência cardíaca, freqüência respiratória, a pressão arterial ou temperatura provavelmente contribuiu para a atual epidemia de opióides [2]

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A Escala Visual Analógica (EVA) para medições da dor depende de relatos subjetivos de sofrimento para medi-las.

Sofrimento no Ocidente, sofrimento no Oriente

            A busca pelo alívio ou a fuga do sofrimento é temática central na prática da medicina ocidental e nos ensinamentos religiosos orientais, como o budismo ou o hinduísmo.

            Na medicina ocidental, o sofrimento da dor é aliviado através da remoção da fonte da dor (fisioterapia ou cirurgia) ou por meios farmacológicos, como medicamentos para a dor. A medicação para a dor pode servir para reduzir as vias de sinalização da dor no Sistema Nervoso Periférico (SNP) e/ou no Sistema Nervoso Central (SNC). Pensa-se que alguns analgésicos agem principalmente de maneira periférica (por exemplo, o ibuprofeno) e trabalhem principalmente para reduzir as vias de sinalização da dor no cérebro. Outros, como opióides ou paracetamol, são ativos no SNC e modulam nossa percepção do sofrimento (entre outros mecanismos, como o bloqueio dos sinais de dor na medula espinhal).  Anatomicamente, parece haver sobreposição significativa nas regiões do cérebro que respondem à dor física e emocional (também existem diferenças). Medicamentos para a dor como opióides bloqueiam temporariamente as percepções emocionais do sofrimento sem distinção de fontes emocionais e físicas [3, 4].  É reconhecido que fatores psicológicos e o meio ambiente desempenham um papel importante na percepção e manutenção da dor crônica [5]. Mudanças nas tendências no manejo da dor crônica permitiram que experiências subjetivas de sofrimento determinassem a prescrição de opioides, levando a um vício epidêmico e mortes por overdose nos Estados Unidos, resultando na declaração de uma crise oficial de saúde pública [6-8]. Epidemias paralelas de obesidade, estilos de vida sedentários, depressão e ansiedade afetaram a saúde dos americanos, deixando-os com mais dor. 

            É interessante considerar que papel os fatores ambientais ou determinantes sociais, como solidão, desconexão e colapso ambiental poderiam estar tendo ao impulsionar o uso crescente de opióides, além do aumento do acesso a eles. Isso é de particular interesse para essa discussão, pois os psicodélicos são às vezes apontados como agentes que podem desempenhar um papel importante no alívio dessas epidemias sociais [9].  Quaisquer que sejam os fatores precipitantes, aparentemente a abordagem de permitir que o sofrimento direcione a administração de potentes medicamentos depressores do SNC somente exacerbou o sofrimento.

            Embora o budismo ou o hinduísmo possam ser conceituados como religiões, as práticas de meditação transcendental que eles oferecem também podem ser entendidos como um médico com um remédio para escapar do sofrimento em vez de uma filosofia ou estudo religioso que explica a natureza da realidade. Nesses ensinamentos, não há nenhuma tentativa de remover fontes de dor e, em vez disso, o foco está no abandono de apegos, na renúncia a conceitos como 'eu' e 'outro', além de desejos ou crenças que nos causam sofrimento.  Os métodos para isso envolvem meditação ou outras práticas que acalmam a mente.  A linha de pensamento é que, se você perceber que seu desejo de evitar a dor está criando uma experiência de sofrimento e é capaz de se separar psicologicamente desse desejo de evitar a dor, apesar da dor existente, sua consciência pode estar livre do sofrimento.

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Psicodélicos: Perspectiva do Ocidente

            Psicodélicos são exterioridades, drogas que são ingeridas, e psicodélicos serotoninérgicos têm efeitos que modulam nossa resposta à dor [10].  Do ponto de vista biológico, os psicodélicos podem ser vistos como compatíveis com os medicamentos ocidentais existentes, pois são soluções terapêuticas que funcionam alterando a resposta emocional à dor, fornecendo vasoconstrição para aliviar dores de cabeça ou modificando processos inflamatórios que conduzem a condições dolorosas.

Ketamina

            Atualmente, a ketamina tem mais dados e evidências de benefício tanto nos transtornos do humor quanto nas condições de dor do que os psicodélicos serotoninérgicos.  Provavelmente isso é verdade por várias razões: a disponibilidade da ketamina como medicamento de uso legal incentiva sua pesquisa como analgésico.  Razoavelmente, a ketamina pode ser testada para problemas de saúde mental ou dor antes de se testar o uso de psicodélicos serotoninérgicos.

            A ketamina está disponível em formulações racêmicas (ketamina) ou isômero S (esketamina) e acredita-se que a esketamina seja 4x mais potente que um analgésico [11].  A ketamina bloqueia o receptor de glutamato de N-metil-D-aspartato (NMDA) e também modula os neurocircuitos opióides.  Isso leva a efeitos dissociativos e analgésicos e pode resultar em efeitos poupadores de opióides ou na redução da quantidade de medicamento opióide necessária para ser eficaz.  Os receptores NMDA estão implicados na adaptação das vias neuronais e a ketamina pode ser capaz de impedir a conversão de lesão aguda em dor crônica ou reduzir a hiperalgesia.

            No entanto, atualmente, o uso diário de ketamina para dor crônica carece de evidências de benefício e é limitado por efeitos neurocognitivos, potencial de tolerância ou habituação e sintomas do trato urinário inferior.  Embora a ketamina seja frequentemente usada para poupar o uso de opióides em doenças avançadas ou para analgesia em cirurgia, não é muito adequado para uso frequente a longo prazo.

Psicodélicos serotoninérgicos

            Os medicamentos serotoninérgicos existentes, como antidepressivos, já são conhecidos por serem úteis para condições de dor, apoiando a investigação e o desenvolvimento de outros medicamentos serotoninérgicos, como os psicodélicos, no tratamento da dor [12].  É importante notar nesta discussão que psicodélicos serotoninérgicos (MDMA, psilocibina, LSD, mescalina, ayahuasca) nunca foram formalmente estudados puramente para condições de dor em humanos.  No entanto, dor e doença mental frequentemente coexistem em um relacionamento bidirecional com um capaz de afetar diretamente o outro, reforçando a posição de que os psicodélicos podem ser eficazes para as condições de dor [1].

            Mecanicamente, a estimulação do receptor 5HT2A é comum aos efeitos dos psicodélicos serotoninérgicos (LSD, mescalina, psilocibina, MDMA, ayahuasca).  Parece também que diminuir a disponibilidade de receptores 5HT2A pode diminuir as respostas à dor (mas não aguda) [13].  Quando os psicodélicos serotoninérgicos se ligam aos receptores 5HT2A, eles produzem uma rápida diminuição na disponibilidade do receptor 5HT2A, que tem sido associado a melhorias na ansiedade, depressão e dor [10].  A ativação do receptor de serotonina 2A (5HT2A) aparentemente modula a atividade da amígdala, bem como de outras partes subcorticais do cérebro.  Sabe-se que essas partes mais remotas do cérebro estão envolvidas com a emoção e com o processamento da dor, e podem levar a uma experiência menor de sofrimento.

            Os psicodélicos também estão acumulando dados que sustentam efeitos anti-inflamatórios [14].  Os estressores psicológicos podem ativar nosso eixo hipotálamo-hipófise (HPA), levando à produção do Fator de Liberação de Cortisol (FLC).  A liberação do FLC pode sensibilizar nossos receptores 5HT2A, o que pode aumentar as respostas ansiosas, depressivas ou dolorosas [15].  Particularmente com o R-DOI, psicodélico da família das fenetilaminas, existe um corpo de literatura emergente que apóia que mesmo doses sub-perceptivas podem diminuir potentemente as respostas imunes inflamatórias, como a produção da citocina pró-inflamatória TNF-α [14, 16, 17].  Recentemente, esses resultados foram estendidos a doenças inflamatórias das vias aéreas, como a asma, bem como a doenças inflamatórias cardiovasculares, como a aterosclerose [18-20].  Essas observações são preliminares e só foram testadas em animais até o momento, embora possam ter implicações terapêuticas de longo alcance. 

            Os medicamentos que visam bloquear os efeitos do TNF-α já estão no mercado para o tratamento de condições auto-imunes dolorosas, como artrite reumatóide, espondilite anquilosante, doença de Crohn, colite ulcerosa e outros.  Além disso, a doença cardiovascular inflamatória continua a ser um grande contribuinte para o adoecimento e morte nas sociedades ocidentais, e os medicamentos que são eficazes para reverter ou estabilizar a progressão da doença são frequentemente drogas "de grande sucesso".

 

  Psicodélicos: Perspectiva do Oriente

            O termo psicodélico significa 'manifestação da mente' e o uso de psicodélicos para fins de cura, muitas vezes envolve aprofundar-se em nós mesmos mais do que já fizemos anteriormente, sendo frequentemente comparado à superioridade de usar um telescópio em contraste com olhar a olho nu. No sentido de que os psicodélicos têm o potencial de experiências profundas do "eu", eles parecem alinhados com os ensinamentos budistas ou hindus de procurar respostas dentro de ferramentas como a meditação.  Embora considerado polêmico pelas pessoas dedicadas às religiões orientais, parece que os psicodélicos podem ser ferramentas poderosas para acessar estados meditativos profundos e aprimorar habilidades para praticar meditação ou atenção plena (mindfulness).

            Os fenômenos psicodélicos em ambientes seguros e controlados podem oferecer uma amostra do numinoso em que nossa consciência existe, em um lugar inefável fora do tempo e do espaço, onde a gota retornou ao oceano e a sensação é ilimitada [21, 22].  Em suma, uma experiência direta na qual os conceitos de "Eu" e "Outro" são inaplicáveis.  Nessas experiências não duais, o sentido do eu ou do 'ego' é parcial ou completamente dissolvido. Muitos entusiastas da atenção plena estão usando psicodélicos para aprofundar ou aprimorar suas práticas de meditação em sua busca espiritual em direção à iluminação, e os psicodélicos parecem aprimorar essas práticas [23-26].

            Sobreposições significativas existem nos correlatos neurobiológicos de experiências numinosas, dissolução do ego, meditação transcendental e capacidades baseadas na atenção plena [27, 28].  Um conjunto de circuitos cerebrais funcionalmente conectados, denominados de Rede de Modo Padrão (RMP) ou rede negativa de tarefas fica ativo quando o cérebro está em repouso.  A hiperatividade de porções do RMP tem sido associada a um movimento de mente instável ou ao constante 'cérebro de macaco'.  Além disso, a disfunção do RMP está associada a vários tipos de doenças psiquiátricas.  Durante as experiências psicodélicas, a atividade do RMP é diminuída, o que está correlacionado com experiências de dissolução do ego e experiências místicas.  As pessoas adeptas da meditação parecem poder reduzir a atividade do RMP através da prática meditativa e muitas das alterações cerebrais observadas nesses estados são semelhantes às observadas nas experiências psicodélicas.

            Embora existam semelhanças entre estados meditativos profundos e experiências psicodélicas místicas, os psicodélicos podem ser pensados como ferramentas para aprimorar a atenção e a meditação ou ser praticados ao lado deles, em vez de ferramentas para substituir as práticas tradicionais. Parece que os psicodélicos podem melhorar as capacidades relacionadas à atenção plena [23, 29]. 

 

 Lições psicodélicas sobre dor

            Os psicodélicos já estão sendo estudados e parecem úteis para vários tipos de sofrimento mental; TEPT, ansiedade associada a doenças com risco de vida, depressão resistente ao tratamento e distúrbios no uso de substâncias, para citar apenas alguns [32-36].  A imagem que começa a surgir é que os psicodélicos têm a capacidade de reduzir o sofrimento associado a uma variedade de patologias e experiências. 

            Tudo isso gera muitas perguntas sem resposta sobre o que poderia ser aprendido com uma experiência psicodélica em uma pessoa com dor crônica?  

 

  Talvez a experiência sirva como prova de conceito de que a dor pode existir sem sofrimento ...

  Talvez a percepção de fatores relacionados ao estilo de vida que os mantêm com dor possa ser realizada ...

  Talvez uma força pudesse ser ligada para mudar as circunstâncias que nos prendem à dor ...

  Talvez exista uma forte ligação com a dor, pois ela se tornou parte da identidade do ego que poderia ser dissolvida e posteriormente reestruturada.

  Talvez a restauração de um senso de conexão possa aliviar os impulsores da dor mental ...

  Talvez exista um aspecto psico-espiritual desconhecido em sua dor que possa ser curado ...

  Talvez o uso frequente de pequenas doses (microdosagem) de psicodélicos combinados com meditação possa ser eficaz no tratamento das condições de dor ...

 

Parte II

            Mas e os remédios tradicionais para a dor? Eles complementam abordagens psicodélicas ou os impedem? Eles são perigosos para combinar com psicodélicos ou benignos?  Neste ponto, deixaremos para trás as reflexões filosóficas sobre dor e sofrimento e discutiremos possíveis interações entre analgésicos e psicodélicos serotoninérgicos em DOR E PSICODÉLICOS Parte II: Interações medicamentosas com analgésicos. Aguardem o próximo post.

 

Fonte:
 https://www.spiritpharmacist.com/blog/2019/12/10/suffering-amp-psychedelics-pain-part-i

 

 Referências:

  1. Bondesson, E., et al., Comorbidade entre dor e doença mental - Evidência de uma relação bidirecional.  Eur J Pain, 2018. 22 (7): p.  1304-1311.

  2. Kristina Fiore, crise de opióides: dor de sucata como quinto sinal vital?  Página Med Hoje, 2016.

  3. Esturjão, JA e AJ Zautra, Dor social e dor física: caminhos compartilhados para a resiliência.  Manejo da dor, 2016. 6 (1): p.  63-74.

  4. Woo, C.-W., et al., Representações neurais separadas para dor física e rejeição social.  Nature Communications, 2014. 5 (1): p.  5380

  5. Rosenblum, A., et al., Opióides e o tratamento da dor crônica: controvérsias, status atual e direções futuras.  Psicofarmacologia experimental e clínica, 2008. 16 (5): p.  405-416.

  6. Ahmedani, BK, et al., Políticas e eventos que afetam o uso de opióides prescritos para dor não oncológica em uma população de pacientes segurados.  Pain Physician, 2014. 17 (3): p.  205-16.

  7. Van Zee, A., A promoção e comercialização de oxycontin: triunfo comercial, tragédia de saúde pública.  Revista Americana de Saúde Pública, 2009. 99 (2): p.  221-227.

  8. Centros de Controle e Prevenção de Doenças.  Compreendendo a epidemia .  2018;  Disponível em: https://www.cdc.gov/drugoverdose/epidemic/index.html .

  9. Farah, T. Quer parar as mudanças climáticas?  A ciência sugere que os psicodélicos ajudarão você a amar a natureza .  2017;  Disponível em: https://psychedelictimes.com/want-stop-climate-change-science-suggests-psychedelics-will-help-love-nature/ .

  10. Vollenweider, FX e M. Kometer, A neurobiologia das drogas psicodélicas: implicações para o tratamento de transtornos do humor.  Nat Rev Neurosci, 2010. 11 (9): p.  642-51.

  11. Peltoniemi, MA, et al., Ketamine: Uma Revisão da Farmacocinética Clínica e Farmacodinâmica em Anestesia e Terapia da Dor.  Clin Pharmacokinet, 2016. 55 (9): p.  1059-77.

  12. Pelletier, M. e RM Siegel, desejando afastar a inflamação?  Novas ligações entre serotonina e sinalização de TNF.  Intervenções moleculares, 2009. 9 (6): p.  299-301.

  13. Kupers, R., et ai., Um estudo de altanserina em PET [18F] sobre a ligação do receptor 5-HT2A no cérebro humano e respostas à estimulação dolorosa pelo calor.  Neuroimage, 2009. 44 (3): p.  1001-7.

  14. Flanagan, TW e CD Nichols, psicodélicos como agentes anti-inflamatórios.  Int Rev Psychiatry, 2018. 30 (4): p.  363-375.

  15. Magalhães, AC, et al., O receptor CRF 1 regula o comportamento da ansiedade via sensibilização da sinalização do receptor 5-HT2.  Nat Neurosci, 2010. 13 (5): p.  622-9.

  16. Nau, F., Jr., et al., A ativação do receptor de serotonina 5-HT2A bloqueia a inflamação mediada por TNF-alfa in vivo.  PLoS One, 2013. 8 (10): p.  e75426.

  17. Yu, B., et al., A ativação do receptor de 5-hidroxitriptamina (2A) da serotonina suprime a inflamação induzida pelo fator de necrose tumoral alfa com potência extraordinária.  J Pharmacol Exp Ther, 2008. 327 (2): p.  316-23.

  18. Flanagan, TW, et al., A ativação do receptor 5-HT2 alivia a inflamação das vias aéreas e a remodelação estrutural em um modelo crônico de asma de camundongo.  Life Sci, 2019. 236 : p.  116790.

  19. Flanagan, TW, et al., A ativação de receptores 5-HT2 reduz a inflamação nos níveis de tecido vascular e colesterol em camundongos knockout com apolipoproteína E com alto teor de gordura e dieta.  Sci Rep, 2019. 9 (1): p.  13444

  20. Nichols, CD, receptor de serotonina 5-HT (2A) funciona como fator contribuinte para doenças neuropsiquiátricas e cardiovasculares.  Cardiovasc Psychiatry Neurol, 2009. 2009 : p.  475108.

  21. Pahnke, WN, drogas psicodélicas e experiência mística.  Int Psychiatry Clin, 1969. 5 (4): p.  149-62.

  22. Griffiths, RR et al., A psilocibina pode ocasionar experiências do tipo místico com significado pessoal substancial e sustentado e significado espiritual.  Psychopharmacology (Berl), 2006. 187 (3): p.  268-83;  discussão 284-92.

  23. Smigielski, L., et al., Treinamento em atenção assistida por psilocibina modula a autoconsciência e a conectividade de rede no modo padrão do cérebro com efeitos duradouros.  Neuroimage, 2019. 196 : p.  207-215.

  24. Griffiths, RR et al., A experiência do tipo místico ocasionada pela psilocibina em combinação com a meditação e outras práticas espirituais produz duradouras mudanças positivas no funcionamento psicológico e nas medidas de características de atitudes e comportamentos pró-sociais.  J Psychopharmacol, 2018. 32 (1): p.  49-69.

  25. Mian, MN, BR Altman e M. Earleywine, os efeitos antidepressivos da Ayahuasca covardam a ativação comportamental e a atenção plena.  J Drogas Psicoativas, 2019: p.  1-8.

  26. Milliere, R., et al., Psicodélicos, Meditação e Auto-Consciência.  Front Psychol, 2018. 9 : p.  1475

  27. Barrett, FS e RR Griffiths, alucinógenos clássicos e experiências místicas: fenomenologia e correlatos neurais.  Curr Top Behav Neurosci, 2018. 36 : p.  393-430.

  28. Swinyard, CA, S. Chaube e DB Sutton, aspectos neurológicos e comportamentais da meditação transcendental relevantes para o alcoolismo: uma revisão.  Ann NY Acad Sci, 1974. 233 : p.  162-73.

  29. Uthaug, MV, et al., Uma única inalação de vapor da secreção de sapo seco contendo 5-metoxi-N, N-dimetiltriptamina (5-MeO-DMT) em um cenário naturalista está relacionada ao aumento sustentado da satisfação com a vida, capacidades relacionadas à atenção plena e um decréscimo dos sintomas psicopatológicos.  Psychopharmacology (Berl), 2019. 236 (9): p.  2653-2666.

  30. Soler, J., et al., Quatro sessões semanais de ayahuasca levam a aumentos nas capacidades de "aceitação": um estudo de comparação com um programa padrão de treinamento de oito semanas de atenção plena.  Front Pharmacol, 2018. 9 : p.  224

  31. Smigielski, L., et al., Caracterização e predição de resposta aguda e sustentada à psilocibina psicodélica em um retiro de grupo de atenção plena.  Sci Rep, 2019. 9 (1): p.  14914.

  32. Grob, CS, et al., Estudo piloto do tratamento da psilocibina para ansiedade em pacientes com câncer em estágio avançado.  Arch Gen Psychiatry, 2011. 68 (1): p.  71-8.

  33. Griffiths, RR, et al., Psilocibina produz diminuições substanciais e sustentadas na depressão e ansiedade em pacientes com câncer com risco de vida: um estudo randomizado, duplo-cego.  J Psychopharmacol, 2016. 30 (12): p.  1181-1197.

  34. Ross, S., et al., Redução rápida e sustentada dos sintomas após tratamento com psilocibina para ansiedade e depressão em pacientes com câncer com risco de vida: um estudo controlado randomizado.  J Psychopharmacol, 2016. 30 (12): p.  1165-1180.

  35. Mithoefer, MC, et al., Psicoterapia assistida por MDMA para tratamento de TEPT: desenho e justificativa do estudo para estudos de fase 3 com base na análise combinada de seis ensaios clínicos randomizados de fase 2.  Psicofarmacologia, 2019.

  36. Dos Santos, RG, et al., Efeitos antidepressivos, ansiolíticos e antiadictitivos da ayahuasca, psilocibina e dietilamida do ácido lisérgico (LSD): uma revisão sistemática de ensaios clínicos publicados nos últimos 25 anos.  Ther Adv Psychopharmacol, 2016. 6 (3): p.  193-213.

  37. Smith, H., O Significado Religioso de Plantas e Produtos Químicos Entheogenic .  2003: Publicações Sencientes.

 

 

 

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